Protozoário encontrado em piscina é resistente ao tratamento com cloro e pode causar doença crônica. Só a luz ultravioleta C tem o forte poder de matá-lo

25/2/2010 | Assessoria de Imprensa ScriptTerreri

O Cryptosporidium causa uma doença chamada criptosporidiose. Os sintomas são diarréia, desidratação, perda de peso, dor abdominal, febre, náuseas e vômitos. E pode se tornar um caso de infecção crônica em pacientes com baixa imunidade, principalmente as crianças. Portanto, é preciso cuidar bem da piscina para que os usuários não sejam contaminados pelo protozoário. Só a luz ultravioleta C atua diretamente no DNA do parasito, por isso é capaz de inativá-lo. O Pool Clean UVC da Sibrape é pioneiro no Brasil em descontaminação de água de piscina por meio dessa luz germicida.

O Cryptosporidium é transmitido na piscina de uma pessoa para outra por meio de oocistos, formas de resistência com formato oval ou esférico, bem pequenas, que são eliminadas nas fezes de indivíduos infectados por essa parasitose. Os oocistos, muito resistentes ao cloro, “abrigam” o protozoário que permanece protegido das condições adversas do ambiente.

A infecção se dá quando a pessoa infectada vai ao banheiro, não faz a higiene adequada e em seguida entra na piscina. Os resíduos fecais contendo oocistos contaminam a água e podem infectar outros indivíduos que, acidentalmente, a ingere. Os oocistos já saem nas fezes na forma infectante e permanecem resistentes no ambiente até três meses.

“Os pacientes infectados podem apresentar quadros de diarréia que, em alguns casos, podem ser severos, assemelhando-se à colera. O acometimento varia de acordo com o estado de imunidade de cada pessoa. O período de incubação vai de sete a 10 dias. E não existe, até o momento, um remédio altamente eficaz para o tratamento”, informa a infectologista Karen Mirna Loro Morejón, que é médica do departamento de moléstias infecciosas do Hospital das Clínicas.

“Aproximadamente 17% dos casos de diarréia na população infantil são associados com infecção por Cryptosporidium. E como os oocistos são resistentes ao cloro, não é fácil a inativação do protozoário”, explica a bióloga e presidente da Sociedade Paulista de Parasitologia, Regina Maura Bueno Franco, que é mestre e doutora em parasitologia e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Parasitologia da Unicamp, Universidade Estadual de Campinas-SP.

Em artigo científico publicado em revistas nacionais e internacionais, a bióloga fala sobre a preocupação que se deve ter com as águas de recreação, que constituem um risco de aquisição desses agentes parasitários. “As formas de resistência desses protozoários são capazes de sobreviver aos processos de cloração da água e apresentam elevada persistência às condições adversas ambientais”, esclarece a bióloga. A composição da parede do oocisto faz com que ele seja impermeável a maior parte dos desinfectantes, inclusive o cloro. “O parasito sobrevive longos períodos em ambientes úmidos e frios, sendo resistente não só à cloração, como também à ozonização”, completa a infectologista do HC.

Agora temos uma doença que é resistente à principal barreira usada para exterminar a maioria dos germes transmitidos na piscina, o que gera grande preocupação. Muito há de se evoluir a respeito da prevenção, mas a boa notícia é que já existe um método indicado para esse fim, que é a luz ultravioleta. “A luz ultravioleta atua diretamente no DNA do parasito e, dessa forma, ele não pode se multiplicar. Isso significa que o usuário da piscina pode até ingerir o oocisto presente em águas que passam pela tecnologia de desinfecção por luz ultravioleta, mas não irá desenvolver a doença (criptospodiriose) porque a ação infectante do oocisto é inativada pela luz, não sendo mais capaz de complementar seu ciclo biológico”, acrescenta a coordenadora do Programa de Pós-graduação em Parasitologia da Unicamp.
O Pool Clean UVC da Sibrape, sistema de descontaminação de água de piscinas por meio da luz ultravioleta, é pioneiro no Brasil no oferecimento dessa tecnologia avançada. “O equipamento combate todos os tipos de micro-organismos presentes na piscina, como o Cryptosporidium e também a Giárdia, que é outro protozoário resistente ao cloro. O UVC é o único método de descontaminação de água de piscinas que reduz a aplicação de processos químicos”, informa o gerente de negócios da Sibrape UVC, Marcelo Sorrilha.

Ao recircular, a água passa pelo filtro da piscina e, depois, pela poderosa luz germicida ultravioleta C do Pool Clean. Instantaneamente, os micro-organismos são eliminados. Não existem riscos de alta dosagem, pois quanto mais a água passa pelo equipamento, mais descontaminada retorna à piscina.

O Pool Clean está presente não só em residências, como também em hotéis, clínicas, clubes e academias. “Hoje, mais pessoas buscam alternativas de bem-estar e saúde, e uma piscina bem tratada, com baixa quantidade de cloro, é uma delas. Os alunos ficam mais dispostos e as mães notam a diferença”, comenta a proprietária da Belaqua Academia, de Ribeirão Preto-SP, Rosana Vanzella. Essa nova água não resseca a pele, os cabelos e nem irrita os olhos. “O cheiro de cloro sumiu, a água ficou leve e o rendimento nas aulas se tornou mais visível”, acrescenta o presidente do clube Associação Atlética Botucatuense, de Botucatu-SP, Carlos Bonaldo.

Existem modelos de Pool Clean para cada tamanho de piscina. Todos vêm com uma caixa de monitoramento inteligente para controlar a vida útil da lâmpada, uma até avisa quando a luz vai chegando ao fim.

Protozoário também contamina rios, lagos, mares e oceanos

Quando os oocistos do Cryptosporidium são direcionados para os esgotos juntamente com as fezes, os processos de tratamento (aeróbio ou anaeróbio: com ou sem oxigênio) não são totalmente eficazes na remoção desses protozoários. Pelo menos 20% permanecerão no efluente e novamente serão lançados nos rios, lagos, mares e oceanos. Portanto, o grande potencial de veiculação hídrica do protozoário também tem despertado a atenção da Saúde Pública e tornou-se uma constante preocupação para as empresas de saneamento que captam água dos mananciais e a tratam para distribuir à população — o problema preocupa, ainda, a indústria de alimentos pela ingestão dos que são mal cozidos e contaminados pelo Cryptosporidium.

“O protozoário já foi detectado no Rio Tietê, em São Paulo-SP. Ele também aparece em serras e matas, onde passam águas límpidas e cristalinas. Isso é válido, inclusive, como argumento para o uso do UV, quando pessoas querem simplesmente canalizar essas águas para uma cisterna usando apenas cloro”, alerta Roberto Santos, diretor da Technolamp, empresa especializada em tecnologias de ponta com aplicações em purificação de água, desinfecção de efluentes e ambientes em geral.

O Centro de Vigilância Epidemiológica mantém um registro dos surtos da doença no estado de São Paulo. Os primeiros casos de criptosporidiose em ser humano aconteceram em 1976. Posteriormente, no início da década de 80, uma série de 21 registros chamou a atenção de especialistas em virtude dos fatores epidemiológicos em comum: as vítimas eram jovens, saudáveis e do sexo masculino.

Saiba mais sobre o Pool Clean:
O Pool Clean UVC, que descontamina a água da piscina reduzindo o uso de cloro, ganhou mais um modelo: para piscinas de grande porte, como as olímpicas e de parques aquáticos. O equipamento é indicado para piscinas a partir de 400 mil litros e pode ser instalado em bateria.

Produzido em aço inox da melhor qualidade e com mais potência, vem com oito lâmpadas germicidas que matam, instantaneamente, até os microornganismos mais resistentes, como a giárdia, por exemplo. A tecnologia UVC é o único método para piscinas que não usa processos químicos. Ao recircular, a água passa pelo filtro e, depois, pela poderosa luz germicida ultravioleta C. 

O resultado é uma água mais leve e sem cheiro, que não resseca a pele, os cabelos e nem irrita os olhos. É mais saudável para as crianças que passam o dia na piscina e para os praticantes de atividades físicas na água, que podem respirar melhor durante os exercícios. Até os alérgicos ao cloro podem frequentar a piscina.

Além do super Pool Clean, existem mais quatro modelos: ES-36, para piscinas residenciais com filtros de vazão de até 3.200 litros/hora; ES-55, também para as residenciais, só que com filtros de vazão de até 7.500 litros/hora; ES-95, para as públicas e residenciais maiores, com filtros de vazão de até 18.000 litros/hora. E a versão ES-150, em aço inox, também para piscinas públicas, mas com vazão de até 36.000 litros/hora.

O funcionamento do Pool Clean é todo controlado por uma caixa de monitoramento, que avisa, por exemplo, quando a vida útil da lâmpada está chegando ao fim. A Sibrape lança modelo de caixa mais compacto e integrado.

Lançamento: UVControl Standard
Disponível para Pool Clean de modelos ES-36 e ES-55, a nova caixa de monitoramento possui tecnologia mais avançada e segue a tendência da redução de tamanho de equipamentos eletrônicos. Portanto, é mais compacta e integrada. Outra vantagem é ser mais simples, no sentido de facilitar para o consumidor: para funcionar, basta conectar na energia elétrica, como um carregador de celular, por exemplo.

A outra caixa de monitoramento, que foi reformulada e ganhou o nome de UVControl Life, possui marcador de vida útil da lâmpada. A indicação é feita por LEDs verde e vermelho.

A UVControl é disponível para todos os modelos de Pool Clean.

Assessoria de Imprensa ScriptTerreri
assessoria@agenciascript.com.br


Return to Press Index